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28 de agosto de 2012

ENQUETE | Escolha um filme e leve-o para casa.

Perto do segundo ano de glórias do ANALISANDO O OESTE, sortearemos dois presentes aos mais certeiros forasteiros da internet. E, assim como os melhores pistoleiros cinematográficos, além de uma boa pontaria, é preciso de sorte... Muita sorte! E, desde já, é o que lhes desejamos.

Qual deles você mais cobiça?*

O primeiro dos presentes já era de sabedoria daqueles que estiveram mais ligados no blog: um DVD de um filme de faroeste que poderá ser escolhido ali na enquete, presente na aba lateral; entre oito concorrentes (foto), o mais votado será sorteado através da página do ANALISANDO no Facebook**.

O outro presente, até então em sigilo, já pode ser avistado abaixo.

Não, você não está tendo ilusões: é o almanaque do maior herói do Oeste nos quadrinhos, TEX! E vale firmar que, no quadrinho em questão, há uma pequena biografia de Clint Eastwood.

Memorando: a votação para o filme está aberta até o dia 11 de setembro. Daqui para lá, vamos divulgar e, como dito antes: sorte, muita sorte! Para mais informações, mande-nos e-mails ou espere-as por aqui.

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*O DVD no qual constam os filmes Sete Dólares para Matar e Sartana Chegou para Matar não está na fotografia, porém concorrem normalmente.

**Ainda não curtiu a fan page? Clique aqui.

21 de julho de 2012

Especial | Dia do Amigo

Nós, do ANALISANDO O OESTE, em comemoração ao Dia do Amigo (20/07), realizamos uma lista com alguns dos imemoráveis companheiros que cavalgaram lado-a-lado pelas bandas cinematográficas do Oeste. Aí vão:

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A dramática e emocionante trajetória dos inseparáveis Shane (Alan Ladd) e do garotinho Joey Starrett (Brandon De Wilde) culminou em um extremo sucesso de Os Brutos Também Amam (George Stevens, 1954), gerando alcunhas controversas do tipo: “o melhor faroeste já feito”.

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Apesar da fotografia nada amistosa, a estória narrada através de flashbacks em O Homem que Matou o Facínora (John Ford, 1962), por Ransom Stoddard (James Stewart) relembra os momentos preciosos que teve ao lado do companheiro Tom Doniphon (John Wayne).

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Já confundido com um padre, o Coronel Douglas Mortimer (Lee Van Cleef) foi apresentado ao caçador-de-recompensa – e futuro companheiro de profissão – Monco (Clint Eastwood) da maneira mais improvável e genial possível: a cena dos “chapéus voadores” acaba tornando-se uma das melhores de Por uns Dólares a Mais (Sergio Leone, 1965).

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O monossilábico Django (Franco Nero) atravessa todo o característico território lamacento carregando um caixão. Ironicamente, este é o que acaba ficando de mistério para o filme e, consequentemente, tornando-se o seu melhor amigo em Django (Sergio Corbucci, 1966).

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O espetacular jogo entre gato-e-rato armado mutuamente, ora por Tuco (Eli Wallach) ora por Blondie (Clint Eastwood), em Três Homens em Conflito (Sergio Leone, 1966) é o que faz não só da dupla, mas também deste faroeste indescritível, um dos maiores da arte cinematográfica.

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Paul Newman é Butch Cassidy, enquanto Robert Redford toma conta do papel de Sundance Kid. Resumindo, uma das duplas mais impagáveis da sétima-arte imprime, sem mais nem menos, a história de dois lendários foras-da-lei nos fotogramas de Butch Cassidy & Sundance Kid (George Roy Hill, 1969).

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Pais do faroeste cômico, Bud Spencer e Terence Hill eram inseparáveis e, fisicamente, uma espécie de O Gordo e O Magro. Ambos ganharam espaço na indústria cinematográfica com a criação do personagem Trinity (interpretado por Hill), o qual sempre era acompanhado pelo parceiro Bambino (Spencer). O primeiro filme de uma série deles foi Trinity é o meu Nome (Enzo Barboni, 1970).

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Mr. McCabe (Warren Beatty) e Mrs. Miller (Julie Christie) se dão como marido e mulher, porém não passam de parceiros de negócio no amargo faroeste Quando os Homens São Homens (Robert Altman, 1971).

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Mais uma das lendas do sombrio oeste americano, estes dois antigos companheiros de farra se separaram depois de Pat Garrett (James Coburn) tornar-se agente da lei, impondo uma constante caçada a Billy The Kid (Kris Kristofferson), um dos mais perigosos e famosos bandidos que vieram a calhar – e, por ser tão conhecido, Pat escreveu um livro sobre suas aventuras, seja juntos ou não. Apesar das inúmeras adaptações ao cinema, a mais incontestável é Pat Garrett & Billy The Kid (Sam Peckinpah, 1973), na qual o que não falta é sangue e muita genialidade por parte de seu diretor.

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Ela está no título do filme, o enredo gira a sua volta, é a mais procurada de toda a região, porém tem seu rosto revelado apenas em alguns segundos da projeção. Falo da cabeça de Alfredo García, que demonstra o melhor do companheirismo para com o personagem Bennie (Warren Oates) – este até a lava, ensaboa, espanta os mosquitos; é inevitável, também, que converse com ela. Portanto, Tragam-me a Cabeça de Alfredo García (Sam Peckinpah, 1974) é um grato exemplo de amizade entre a busca pelo dinheiro e o sofrimento na caminhada.

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Com o desejo de voltar às atividades para caçar um grupo que esfaqueou prostitutas da cidade, o já desgastado William Munny (Eastwood) e o parceiro de longa data Ned Logan (Morgan Freeman) tem pela frente a velhice como maior inimigo. Sem delongas, partirão para a glória ou para a derrota na obra-prima Os Imperdoáveis (Clint Eastwood, 1992).

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Desolado pelas três não lineares perdas do amigo Melquíades Estrada (vivido por Julio Cedillo), o rancheiro Peter Perkins (Tommy Lee Jones) parte em busca daquele que seria o responsável por tal fato, encontrando em Mike Norton (Barry Pepper) um culpado. Demonstrando o devido carinho ao companheiro, carrega o defunto para onde vai, fazendo de Três Enterros (Tommy Lee Jones, 2005) um dos melhores westerns modernos.

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A amizade da dupla Everett Hitch (Viggo Mortensen) e Virgil Cole (Ed Harris) é reportada mediante um prelúdio, no qual se diz sobre “manter a paz”, sobretudo ao avistarem a cidade sem lei de Appaloosa. Lá, eles fariam o mesmo, mas, obviamente, confrontando-se com outras questões. Entre elas, estaria a presença do espírito feminino, que divide os companheiros no faroeste Appaloosa – Uma Cidade Sem Lei (Ed Harris, 2008).

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Para a garotinha Mattie Ross (Hailee Steinfeld), o xerife caolho e beberrão Rooster Cogburn (Jeff Bridges) era um homem de “bravura indômita”. Ela queria a ajuda do mesmo para vingar a morte de seu pai. Em Bravura Indômita (Joel e Ethan Coen, 2010), a amizade estabelecida por eles é muito mais que isso, estando comprovado por meio da simbólica cena da cobra, em que Rooster chupa o veneno da mão da menina.

THE END.

14 de abril de 2012

Crítica: Jonah Hex – As Armas da Vingança

JONAH HEX – AS ARMAS DA VINGANÇA

Artistas: Jimmy Palmiotti, Justin Gray, Luke Ross, Rob Schwager, Tony DeZuñiga...

Sinopse: “Jonah Hex, o anti-herói mais incomum do oeste norte-americano, o caçador de recompensas que vaga das planícies empoeiradas do Texas às montanhas cobertas de neve em Utah, está sendo assombrado pelos fantasmas de seu passado, presente e futuro, com balas rasgando o vento quando Jonah enfrenta os mais esquisitos inimigos, como espíritos vingativos, crocodilos e aberrações circenses”.


Análise: Jonah Hex é personagem de uma “história em quadrinhos” criada originalmente pela dupla John Albano e Tony DeZuñiga e baseando-se nos tempos da Guerra Civil Americana, a qual também serve como cenário de muitas outras obras – principalmente cinematográficas – que retratam o velho-oeste estadunidense.

Enquanto o roteiro de As Armas da Vingança fica por conta das assinaturas de Jimmy Palmiotti e Justin Gray, sua distribuição é destinada para a DC Comics, uma das maiores distribuidoras de HQ do mundo e que mantém os direitos do próprio Jonah Hex, Batman, Lanterna Verde, Super-Homem, entre outros nomes dos quadrinhos.

Subdividida em seis estórias – Um Casamento e Cinquenta Funerais, Nunca Finja Que Não Viu, Espantando Assombrações, Isca de Crocodilo, A Árvore dos Enforcados e Neve Manchada de Sangue – que não se relacionam entre si, a HQ surge como um ponto-de-partida para aqueles que desejam ter um começo na arte dos quadrinhos e, principalmente, no conhecimento de Jonah Hex: ele é um antigo soldado Confederado, um pistoleiro solitário e destemido muito semelhante aos protagonistas dos westerns spaghettis ao levar consigo um passado sombrio e alguns poucos borrifos de compaixão. Ele possui a parte direita da face deformada, o que caracteriza Hex como único, inconfundível e mais medonho ainda.

Sendo cada aventura em uma parte diferente dos Estados Unidos, o anti-herói é capaz de atravessar o país através de territórios já conhecidos por nós, como as pequenas cidades no meio do deserto, ou então em raridades nunca vistas em filmes do gênero, como os pântanos. Adicionadas as inúmeras frases de efeito e a abrangente violência, os roteiristas e os esforçados desenhistas se saem como destaque de As Armas da Vingança, sempre registrando as riquezas de detalhes em conjunto com muitos tiros e sangue nas cenas de ação.

No ano de 2009, foi lançado um filme baseado nas histórias de Jonah Hex, contando com a participação de Josh Brolin e Megan Fox nos papeis principais. Apesar do grande investimento e da intensa utilização de efeitos especiais, o filme obteve um sucesso quase nulo e recebeu muitas críticas negativas, inclusive aqui no Analisado o Oeste (clique para ler).

NOTA:

ANÁLISE FEITA por THIERRY VASQUES.
IMAGENS E EDIÇÃO por BRUNO BARRENHA. 

24 de dezembro de 2011

Surpresa! Encomendas de presente, direto do Oeste.

Em Il Grande Silenzio (Sergio Corbucci, 1968), o clima de confraternização quase não existe e o espírito natalino só se dá presente através da nevasca que cobre o filme por completo.

 Howdy, forasteiros! 

Através de minha intensiva jornada pelo velho-oeste, desvendei duas informações para vocês: uma delas é boa (quero dizer, ótima!) e a outra não chega a ser ruim, porém também não é boa.

Como de pastiche, em primeiro lugar vem a segunda das opções: não estarei postando qualquer crítica durante este sábado (24/12) e nem semana que vem (31/12), pelo fato de estar viajando e não possuir internet no local.

Passado o susto, agora podem fazer a festa e se deliciar com a estupenda novidade: no embalo das festas de fim de ano, o Papai Noel adiantou-se em sua viagem até o Oeste e, consequentemente, antecipou os presentes para os leitores do blog ANALISANDO O OESTE!




Nós, do Analisando o Oeste, desejamos um “Feliz Natal e Ano Novo” para os leitores que nos acompanham desde sempre!

Adiós, gringos... 

10 de agosto de 2011

Crítica do jogo: Red Dead Revolver

“Com certa influência no cinema western, os jogos de diferentes consoles também passarão a fazer parte de nosso cotidiano no blog ANALISANDO O OESTE. Isso mesmo, forasteiros! A partir de hoje estaremos realizando análises de jogos ambientados no velho-oeste, além das peculiares críticas cinematográficas que se passam nesta época. A decisão foi tomada devido a nossa relação com tal área do entretenimento, sendo que grande parcela de nosso amor ao cinema veio através dos jogos!”

Red Dead Revolver

Plataformas: PS2 e XBOX

Desenvolvedora: Rockstar San Diego

Distribuidora: Rockstar Games

Projetista: Josh Needlmean

Escritores: Robert Bancon, Casey Fah e David Ferris

Artistas: Carlos Pedroza, Joseph Pilseki

Ano: 2004

O primeiro jogo do gênero faroeste para Playstation 2 e XBOX, sendo considerado por muitos como o melhor para ambos os consoles.

Análise: Red Dead Revolver é um jogo de tiro em terceira pessoa ambientado no velho-oeste estadunidense. O jogo é o primeiro da franquia Red Dead, tendo uma continuação muito conhecida e não extremamente direta, o recente Red Dead Redemption. O jogo contém um enredo típico de filmes do gênero italiano eternizado por Sergio Leone – o western spaghetti – com uma história de vingança e cheia de tiros. O protagonista é Red Harlow, um caçador-de-recompensa.

Logo no início, o game começa com um tutorial – como de costume – para que o jogador aprenda os movimentos mais simples e necessários em sua diversão no faroeste; mais tarde, é apresentado o jovem Red Harlow, que precisa matar alguns inimigos e, infelizmente, ver seus pais serem mortos na casa rodeada por chamas. Ele consegue matar os autores de tal catástrofe, porém logo depois de crescer e virar um caçador-de-recompensa, vai enfim buscar a gloriosa e clichê vingança, para achar o responsável de quem mandou matar seus pais. Após completar várias missões, Red acha o Governador Griff (a pessoa responsável por dar a localidade de sua casa) e o enfrenta em uma batalha épica nos telhados de uma mansão.

Com movimentos bastante simples e gráficos razoáveis, Red Dead Revolver ainda apresenta uma história envolvente. O principal ponto da jogabilidade é o uso do Dead Eye – um sistema também presente e com mais destaque em Red Dead Redemption – que permite acertar vários inimigos em vários pontos de seu corpo, sendo que cada parte tem uma utilidade. Por exemplo: com um tiro na mão, ele irá largar a arma, enquanto que um na cabeça irá mata-lo diretamente.

Apesar de suas características, infelizmente o jogo é limitado em missões, porém essas podem ser realizadas nos mais variados lugares, como em vilas, desertos e trens. Em raros momentos podemos explorar um mundo livre, mas compensando tal erro em uma cidade, onde se pode comprar armas, munições e alguns outros atributos para carregar seu personagem até os dentes. Os modos de jogo são apenas dois: o Story (o mais comum, para completar a história do jogo) e o Showdown (é possível jogar contra até quatro amigos e também contra o próprio computador). Fora isso, pode-se escolher qualquer personagem e qualquer lugar, além de ganhar cartas com poderes especiais conforme mata seus inimigos.

Em uma conclusão final, podemos dizer que o jogo é bom, porém é demasiadamente fácil e tem uma jogabilidade bastante simples. O pior ponto do jogo é o já citado “mundo livre inexistente” e uma certa limitação ao decorrer das missões. Podemos ver grandes influências do gênero cinematográfico western spaghetti, principalmente na história e trilha sonora, a qual conta com músicas de vários compositores, inclusive o famoso maestro Ennio Morricone. As vestimentas dos personagens se parecem muito com os faroestes italianos, principalmente a do protagonista, que usa um chapéu e roupas sujas.

MINHA NOTA PARA ESTE JOGO:

ANÁLISE FEITA POR THIERRY VASQUES.

22 de junho de 2011

Vídeo: Faccia a Faccia


Curta-metragem do gênero faroeste realizado pelos membros do blog, Bruno Barrenha e Thierry Vasques. O título é em referência ao western de Sergio Sollima, de 1967, Faccia a Faccia (em português, Quando os Brutos se Defrontam). A direção é de Bruno Barrenha e a co-direção de Thierry Vasques. Pode-se perceber alguns planos ao maior estilo de Sergio Leone, principalmente nos close-ups dos rostos dos personagens.

26 de maio de 2011

Agradecimentos e "A Marcha"

AGRADECIMENTOS

Exatamente HOJE (26/05/2011), no 8º mês de vida do ANALISANDO O OESTE, ultrapassamos a incrível marca de 10.000 visualizações! E isto não aconteceu em um passe de mágica. Claramente não. Então é neste momento que deixo meus agradecimentos à todos que nos ajudaram, ajudam e ainda ajudarão. Com certeza é uma grande marca para nós, meninos de 14 anos e apreciadores do cinema em geral, porém carregando conosco o amor por este gênero denominado western. Não é a toa que a cada semana postamos críticas sobre tais filmes: nunca cansaremos de assistir uma das melhores coisas que o cinema já produziu em toda sua história.

A cada análise que realizamos, pensamos em momentos maiores que esse, afinal, 10.000 é pouco em relação do que podemos alcançar em um futuro próximo, quem sabe?! O que mais me impressiona em relação à isso é que, chegamos nesta marca sem completar um ano de blog! São oito meses de determinação, genialidade, lutas e batalhas, tiros e explosões, close-ups, musicalidade... Tudo dentro de um único filme, é claro!

Pois bem, forasteiros, a nossa missão com vocês ainda não está cumprida: e é por isso que hoje teremos uma postagem “2 em 1”. Para entender melhor, veja o que escrevemos abaixo, uma das partes de nossa missão com nossos espectadores. Enfim, lhes deixo meu extremo OBRIGADO. Espero um reencontro com ti, forasteiro!

A MARCHA PARA O OESTE

Tomando como exemplo a conhecida “Marcha para o Oeste”, onde estrangeiros e norte-americanos marchavam rumo ao oeste dos Estados Unidos em busca de aumentar as fronteiras do país que acabara de se tornar independente, nós do blog Analisando o Oeste também estamos em constante movimento para expandir nossas fronteiras e, principalmente, melhorar nossa proposta para chamar mais a atenção de nosso público-alvo: os cinéfilos (com destaque para os amantes do western) e até mesmo meros espectadores do gênero e da história do cinema.

Para quem não se lembra, o blog começou simplesmente diante de uma alternativa simples: postar análises/críticas apenas sobre filmes de faroeste. Mas, ultimamente, nós estamos tentando garantir da melhor maneira possível um bom contato com nossos leitores, introduzindo cada vez mais detalhes interessantes em nosso blog: o último deles foi a inserção de NOTÍCIAS a respeito do que anda acontecendo no cinema do bang-bang. Fora isso, introduzimos os DOWNLOADS DOS FILMES já analisados pelos membros, além também de estudos da vida de renomados artistas do contexto westerniano, como por exemplo, o diretor Sergio Leone e o astro Clint Eastwood. Há pouco tempo atrás, como uma forma de comemoração para nossas 10.000 visualizações, realizamos o primeiro FESTIVAL DE ANÁLISES que, com toda a certeza, tenda a passar para novos volumes.

E é exatamente isto que chamamos de Marcha para o Oeste: uma iniciativa do blog para recompensar os leitores que nos visitam. Como planos para o futuro, ideias brotam de nossas mentes cada vez mais. Antes da colocação de tais ideias, as postagens que fazíamos eram só de críticas, sendo duas por semana. E com isso, o número de pessoas que nos visitavam eram poucos relacionado com o que poderíamos ter se colocássemos mais postagens. Enfim, este será nosso objetivo.

Como primeiras providências de tal conceito:

OS 5 MELHORES... – Uma lista feita pelos membros do blog mostrando suas opiniões em relação aos quesitos de melhores atores, diretores, compositores/trilhas sonora, e filmes, é claro. Lembrando que tudo isto deve ser relacionado ao gênero western;

PÔSTERES – Serão postados os pôsteres dos filmes que foram analisados no dia anterior. Isto é, estes pôsteres estarão no blog um dia depois da análise de seu respectivo filme (confira o primeiro pôster já postado, do filme Warlock);

DOWNLOAD DE TRILHAS SONORAS – Além de colocarmos os links para o download dos filmes já analisados, iremos colocar – na medida do possível – as maiores trilhas sonoras já realizadas no gênero do faroeste, dando grande importância àquelas consideradas clássico-épicas.

17 de maio de 2011

Festival: "Por um punhado de análises"

Howdy, stranger! O blog “Analisando o Oeste” trouxe um cavalo para vocês se unirem à nossa nova jornada. Leia abaixo para saber as instruções de como participar:

Com pouco menos de 10.000 visualizações desde seu início em setembro de 2010, o blog "Analisando o Oeste" estará oferecendo um desafio para os leitores interessados e participativos, como uma comemoração ao grande – e inesperado – sucesso com que estamos lidando: será o nosso primeiro festival de análises, o qual foi apelidado carinhosamente como "Por um punhado de análises". O significado do nome todos já devem saber, principalmente por ser uma espécie de tributo ao primeiro western spaghetti realizado: “Por um punhado de dólares”, de Sergio Leone. Este pequeno festival consiste principalmente “na participação direta de espectadores do cinema westerniano e do blog, onde estes estarão escrevendo pequenas análises/críticas de películas do gênero”.

Os interessados na participação deverão enviar suas críticas para o seguinte e-mail: bbarrenha@gmail.com. Os textos podem ser entregues até o dia 15 de junho. A formatação da crítica pode ser de livre escolha, contendo junto com ela a nota do filme, a qual será dada livremente pelo autor do texto. Vídeos e imagens – caso haja interessante na colocação destes – devem ser mandados separadamente no e-mail, com link do Youtube (para vídeo) e o arquivo de imagem em formato. jpeg. Juntamente com tudo isto, deverá ser enviado ainda:

- nome completo;

- idade;

- cidade onde vive.

Divulgue o blog e este pequeno festival que tende a aumentar, junto com nosso sucesso. Todos os amantes da sétima arte podem participar.

Obs.: Todos os artigos que forem enviados, serão postados. Apesar disto receber o nome de "festival", não haverá nenhum tipo de ganhador.

Conto com todos vocês, forasteiros!

14 de março de 2011

Joe Kidd


Joe Kidd

Direção: John Sturges

Roteiro: Elmore Leonard

Produção: Sidney Beckerman

Ano: 1972

Elenco: Clint Eastwood, Robert Duvall, Jhon Saxon…

Duração: 88 minutos

Uma película que conta com belas atuações, porém deixa a desejar

Análise: Há tempos no blog, eu (Bruno Barrenha), venho otimizando o trabalho de John Sturges. Hoje é um dia de grande surpresa, pois o diretor - consagrado por obras-primas como "Sete Homens e um Destino" - tenta realizar, sem sucesso, mais um filme para entrar aos históricos de sua galeria, porém falha de forma feia em sua missão, criando um filme cansativo, como é Joe Kidd. Ele tinha de tudo em suas mãos para realizar um dos melhores westerns, inclusive dois grandes nomes do cinema (Clint Eastwood e Robert Duvall, ambos aparecendo em grandes trabalhos fora do filme). Infelizmente, John Sturges não soube trabalhar com o que tinha e perdeu um pouco de seu prestígio comigo, mas ainda continua sendo um dos melhores diretores norte-americanos de filmes de faroeste, com certeza.

A história é sobre Joe Kidd (Clint Eastwood), um ex-caçador de recompensas que está preso em uma cidade mexicana. Ele volta à ativa quando um grupo o contrata para ir atrás de Luis Chama (John Saxon), um bandido mexicano que organizou uma revolta camponesa. Joe Kidd decide realmente ir atrás de Chama após saber que ele tinha invadido o seu rancho e matado um dos seus trabalhadores. Kidd cria uma estratégia para captura-lo, sem ajuda do bando, e consegue cumpri-la. Mas ao chegar na cidade, Frank Harlan (Robert Duvall), homem que contratou Kidd, está o esperando, armando assim uma ultima batalha... E com direito a uma locomotiva invadindo um saloon, uma das grandes cenas do filme.

A película também deixa a desejar por conta de seus poucos 88 minutos, além de que sua história poderia ser mais envolvente. Conta com um elenco de astros consagrados pelo cinema, como Clint Eastwood e até Robert Duvall (de "O Poderoso Chefão"); possui uma bela trilha sonora; um local de filmagem bem escolhido, porém a maior falha é a de que não souberam aproveitar muito bem todos esses importantes quesitos e fizeram com que o filme ficasse meio cansativo.

NOSSA NOTA PARA ESTE FILME: 7,5.

ANÁLISE FEITA POR THIERRY VASQUES e BRUNO BARRENHA.