26 de março de 2011

Silverado

SILVERADO

Direção: Lawrence Kasdan

Roteiro: Lawrence e Mark Kasdan

Produção: Lawrence Kasdan

Ano: 1985

Elenco: Kevin Kline, Scott Glenn, Kevin Costner, Danny Glover…

Duração: 123 minutos

Em tempos onde muitos acreditavam que o faroeste estava acabado, Silverado mostra algumas chances desta afirmação estar errada.

Análise: Eram épocas difíceis para o faroeste. Enquanto muitos consideravam o gênero abatido e até mesmo destruído, Silverado pode ser um considerado um filme regular. Logicamente que muitas desculpas tiveram de ser dadas - e apenas cinco anos depois – quando Kevin Costner (ator de Silverado) venceu sete Óscares com um gênero parecido ao famoso bang-bang: Dança com Lobos foi o primeiro filme como diretor na carreira de Costner. Dois anos depois dele, novamente o mundo estava aos pés do western: Clint Eastwood, com sua obra-prima Os Imperdoáveis foi o grande vencedor do prêmio máximo do cinema. Sendo assim, podemos afirmar que o gênero ainda não morreu, principalmente com as belas homenagens que andam fazendo uma duplinha de irmãos, os Coen... Conhecem?



Como se percebe no vídeo acima, a película mostra bastante ação e tiros, já se iniciando a mil por hora, com um tiroteio um tanto quanto “irreal”, em que o personagem Emmett (Scott Glenn) mata pessoas com tamanha habilidade. E não é só o começo: durante todo o percurso do filme é mostrado mais momentos de habilidade e de heroísmo. Além de momentos de ação, já é de se esperar em um faroeste uma boa fotografia, tal qual John Bailey usou e abusou desta. Vale destaque a direção segura e atenta a detalhes do diretor, roteirista e até mesmo produtor Lawrence Kasdan; os diálogos foram muito bem trabalhados (algumas passagens até com certo teor humorístico); uma trilha sonora convincente de Bruce Broughton; e boas interpretações de acordo com cada personagem.

Na história do filme, quatro homens têm seus caminhos cruzados durante uma viagem que realizavam: os irmãos Emmett e Jake (Scott Glenn e Kevin Costner, respectivamente), o pistoleiro Paden (Kevin Kline) e o cowboy negro Mal (Danny Glover). Todos estes foram expulsos da cidade de Turley pelo xerife Langston (John Cleese), devido a uma série de acontecimentos (e dentre tais acontecimentos estão fugas de prisão e racismo). Com as expulsões, o grupo ruma para Silverado, cidade responsável por possuir o xerife corrupto Cobb (Brian Dennehy), o qual também é velho “amigo” de Paden. Lá, o xerife espalha o terror e então o grupo tentará impedir a ação de Cobb.

Algo que despertou – e muito – a minha atenção neste filme foi um conflito quase inexistente em filmes de faroeste, saindo totalmente dos clichês, algo que serve até de lição na sociedade em que vivemos atualmente: enquanto em westerns mais antigos eram abordados temas de conflitos entre índios e brancos, em Silverado o racismo contra negros toma espaço. Um exemplo é de quando o personagem Mal briga em um bar e é totalmente culpado pelo xerife Langston, sendo que este nem sequer sabia o que havia lá acontecido.

Em meio a teores de humor, de ação e um pingo de drama, Silverado acaba por tornar-se uma película que tentava se alavancar nos tempos ruins do western. Dentro de seu elenco aparecem nomes de efeito, como Kevin Costner, que ainda era um garoto nas telas, além de ainda muitos outros, os quais fizeram da película algo muito melhor. Ah, e sem esquecer o belíssimo trabalho realizado pelo multifuncional Lawrence Kasdan.

MINHA NOTA PARA ESTE FILME: 8,0.

ANÁLISE FEITA POR BRUNO BARRENHA.

21 de março de 2011

Bravura Indômita (1969)

Bravura Indômita

(True Grit)

Direção: Henry Hathaway

Roteiro: Marguerite Roberts

Produção: Hal B. Wallis

Ano: 1969

Elenco: Jhon Wayne, Glen Campbell, Kim Darby…

Duração: 128 minutos

Com uma bela atuação do ícone Jhon Wayne, o filme ainda conta com uma bela história

Análise: A película é baseado no livro do mesmo nome de Charles Portis, e ao contrário de como a maioria pensa, a refilmagem dos irmãos Coen em 2010 não é um remake deste filme com John Wayne. O filme de 1969 foi tomado apenas como uma inspiração para o melhor desenvolvimento dos personagens, cenários e etc... Aliás, segundo os próprios irmãos Coen, o filme de 2010 foi baseado no livro, tanto que podemos ver diferenças entre os dois filmes, como o grande senso de humor utilizado no filme dos Coen, sendo mais fiel ao livro de Portis.

John Wayne interpretando o xerife Rooster Cogburn foi o grande destaque do filme, sendo que com esta magnífica atuação, não foi só ele quem se próprio presenteou com os únicos prêmios de Melhor Ator (Globo de Ouro e Oscar), mas também nos presenteou com um show de atuação. Também vale destacar a bela trilha sonora, a atuação do músico Glen Campbell e da jovem Kim Darby, interpretando La Boeuf e Mattie Ross, respectivamente.

Mattie Ross, uma jovem contadora - filha de Frank Ross (John Pickard), o qual foi assassinato por Tom Chaney (Jeff Corey) - busca vingança. Então procura o xerife Cogburn, já que ouvira que este tinha uma “bravura indômita”. La Boeuf, um jovem Texas Ranger, se junta a eles. Após alguns acontecimentos eles partem para a missão.

Após La Boeuf estragar o plano de captura de Chaney e seu grupo, Mattie Ross acha Chaney, mas acaba sendo capturada. Então o bando que era liderado por Ned Pepper (Robert Duvall) deixa Chaney e Ross sozinhos, pois estavam com um cavalo a menos. Chaney ataca Ross que cai em um buraco e é salva por Cogburn e La Boeuf. O único problema é que Ross foi mordida por uma serpente; Cogburn, desesperado, consegue levá-la para um médico e salvar sua vida.

MINHA NOTA PARA ESTE FILME: 9,0.

ANÁLISE FEITA POR THIERRY VASQUES.

19 de março de 2011

Onde começa o inferno

ONDE COMEÇA O INFERNO

(RIO BRAVO)

Direção: Howard Hawks

Roteiro: Jules Furthman e Leigh Brackett

Produção: Howard Hawks

Ano: 1959

Elenco: John Wayne, Dean Martin, Rick Nelson, Angie Dickinson…

Duração: 141 minutos

O cume da carreira de Howard Hawks depositado em um faroeste dramático e humorístico.

Análise: Hoje trago até vocês uma obra-prima do faroeste americano; creio que o primeiro filme que analiso no blog com interpretação de John Wayne, o grande nome do western. Apesar de muitas as características do cinema norte-americano estarem presentes neste filme, algo me lembrou de Sergio Leone – e antes do ragazzo aparecer com suas obras-primas, principalmente as que tinham em seu nome o faroeste. Darei alguns exemplos para que vocês, leitores do blog, possam refletir esta minha ideia: até os primeiros cinco minutos da película, nada de falas (característica mais que presente nos filmes de Leone); uma trilha sonora magistral acompanhando toda ação dos personagens (responsabilidade de Ennio Morricone para que os filmes de Leone ficassem tão bons); personagens novos aparecendo a qualquer momento possível e além de tudo, cortes de câmeras intrigantes, como os do diretor italiano. Tudo isso me deixou com uma pulga atrás da orelha e então fez com que a película ficasse tão boa como já é.

A história se inicia em um saloon, onde três dos cinco personagens principais se encontram: Dude (Dean Martin), Joe Burdette (Claude Akins) e o xerife Chance (John Wayne). Após uma série de acontecimentos (que vocês só saberão vendo o filme) o xerife Chance acaba prendendo Joe Burdette, irmão de um rico fazendeiro da região e com inúmeros pistoleiros a seu serviço. Sabendo que atrairia para a cidade os tais pistoleiros, Chance conta com a ajuda do bêbado Dude, o velho Sumpy (Walter Brennan), o pistoleiro e violeiro Colorado (Rick Nelson) e uma garota de nome Feathers (Angie Dickinson).

Dean Martin e Rick Nelson, dois cantores de sucesso na época acabaram entrando para o filme e se saíram da melhor maneira possível, inclusive cantando juntos em uma cena. Além das belas atuações de todo elenco, a película consegue passar diálogos interessantes e um humor de ótimo tamanho, cabendo perfeitamente ao seu teor. Também vale destacar o trabalho do diretor, que com alguns planos e cortes de câmera deixa o trabalho com um maior tom de tensão, ajudado pela fiel música de Dimitri Tiomkin. Impossível não destacar o interior dos personagens, os quais possuem uma própria característica e são muito bem retratados. Tudo isso faz com que o filme consiga alcançar um ótimo clímax com o espectador.

Apesar de uma longa duração, o filme passa muito rápido diante de nossos olhos: culpa de Hawks, demorando – da forma mais inteligente possível – a anunciar o confronto que começou a se estender nos primeiros minutos, entre o xerife Chance e Joe Burdette, deixando também nosso nível de tensão muito aguçado. Entre esse tempo do início ao fim, o diretor tenta passar com muitos detalhes o humor de cada personagem.

Antes de finalizar, quero destacar apenas uma cena “tocante”: o durão John Wayne acaba se deixando levar por Angie Dickinson e um relacionamento ocorre entre os personagens de ambos, algo que realmente toca os amantes do faroeste, que talvez nunca viram isto de forma muito “real”. Entretanto, esta obra-prima possui tudo que o bom amante do cinema e, principalmente do western precisa: um ótimo diretor, uma majestosa trilha sonora, um grandioso elenco, um cabível senso-de-humor e de drama, uma boa fotografia, uma incrível história apesar de alguns clichês, e muitos outros quesitos. Sem dúvida, foi o ponto alto da carreira de Howard Hawks, diretor de algumas outras obras-primas, como Scarface (1932), este mais conhecido pelo remake feito por Brian De Palma em 1983, juntamente com Al Pacino.

ANÁLISE FEITA POR BRUNO BARRENHA.

MINHA NOTA PARA ESTE FILME: 10.

14 de março de 2011

Joe Kidd


Joe Kidd

Direção: John Sturges

Roteiro: Elmore Leonard

Produção: Sidney Beckerman

Ano: 1972

Elenco: Clint Eastwood, Robert Duvall, Jhon Saxon…

Duração: 88 minutos

Uma película que conta com belas atuações, porém deixa a desejar

Análise: Há tempos no blog, eu (Bruno Barrenha), venho otimizando o trabalho de John Sturges. Hoje é um dia de grande surpresa, pois o diretor - consagrado por obras-primas como "Sete Homens e um Destino" - tenta realizar, sem sucesso, mais um filme para entrar aos históricos de sua galeria, porém falha de forma feia em sua missão, criando um filme cansativo, como é Joe Kidd. Ele tinha de tudo em suas mãos para realizar um dos melhores westerns, inclusive dois grandes nomes do cinema (Clint Eastwood e Robert Duvall, ambos aparecendo em grandes trabalhos fora do filme). Infelizmente, John Sturges não soube trabalhar com o que tinha e perdeu um pouco de seu prestígio comigo, mas ainda continua sendo um dos melhores diretores norte-americanos de filmes de faroeste, com certeza.

A história é sobre Joe Kidd (Clint Eastwood), um ex-caçador de recompensas que está preso em uma cidade mexicana. Ele volta à ativa quando um grupo o contrata para ir atrás de Luis Chama (John Saxon), um bandido mexicano que organizou uma revolta camponesa. Joe Kidd decide realmente ir atrás de Chama após saber que ele tinha invadido o seu rancho e matado um dos seus trabalhadores. Kidd cria uma estratégia para captura-lo, sem ajuda do bando, e consegue cumpri-la. Mas ao chegar na cidade, Frank Harlan (Robert Duvall), homem que contratou Kidd, está o esperando, armando assim uma ultima batalha... E com direito a uma locomotiva invadindo um saloon, uma das grandes cenas do filme.

A película também deixa a desejar por conta de seus poucos 88 minutos, além de que sua história poderia ser mais envolvente. Conta com um elenco de astros consagrados pelo cinema, como Clint Eastwood e até Robert Duvall (de "O Poderoso Chefão"); possui uma bela trilha sonora; um local de filmagem bem escolhido, porém a maior falha é a de que não souberam aproveitar muito bem todos esses importantes quesitos e fizeram com que o filme ficasse meio cansativo.

NOSSA NOTA PARA ESTE FILME: 7,5.

ANÁLISE FEITA POR THIERRY VASQUES e BRUNO BARRENHA.

12 de março de 2011

Bronco Billy

BRONCO BILLY

Direção: Clint Eastwood

Roteiro: Dennis Hackin

Produção: Dennis Hackin e Neil Dobrofsky

Ano: 1980

Elenco: Clint Eastwood, Sondra Locke, Geoffrey Lewis...

Duração: 116 minutos

O sempre durão Clint Eastwood mostra seu lado romântico, dramático e até mesmo engraçado em um faroeste genérico.

Análise: Quando ouvimos falar em Clint Eastwood, logo pensamos em seus papéis no cinema representando um cara durão, sempre bancando o herói, não importando se está com ou sem chapéu. Neste filme isso acontece, mas não com certa clareza. O diretor, ator e acima de tudo “mito”, Eastwood tenta entrar em cena mais romântico e algumas vezes dramático, como é sua obra. Para quem esperava um filme totalmente cheio de ação, esqueça... Bronco Billy não é para você, forasteiro; a película também não é para você caso acreditasse que seria um western falando sobre algum mito dos desertos (no caso Bronco Billy); ela consegue se alternar entre alguns momentos cômicos e engraçados e outros momentos de puro heroísmo, mas é sem dúvida focada em um lado sentimental, na força de vontade dos personagens que tentam reerguer o circo de Bronco Billy (Clint Eastwood), o qual se encontra à beira da falência e do desastre.

Sendo assim, o filme não mostra com clareza o lado durão de Clint Eastwood, mas quem realmente o entender irá perceber que Bronco Billy é um homem forte e corajoso. Quando digo isso, não quero dizer “forte com suas armas”, mas sim com a força de vontade que Billy possui para deixar – a medida do possível – seu circo em pé. Ou seja, a bravura de Eastwood é retratada de maneira diferente e muito inteligente, buscando desafiar o telespectador a entender o real significado da palavra que Clint leva consigo em seus filmes de ação. Porém é claro que, em um filme de faroeste com Clint Eastwood, é inevitável que uma cena ou outra mostre o momento “herói” do ator, como no vídeo abaixo:

Para que se entenda melhor a história, Bronco Billy é o dono de um circo que faz apresentações dentro de cidadezinhas do estado norte-americano, realizando números artísticos de faroeste, como montarias a cavalo, atirar com os olhos vendados e, por tais motivos, ele recebe a alcunha de “o gatilho mais rápido do Oeste”. Tudo ia bem, até que uma onda de problemas e azar se estabelece no circo: salários de seus funcionários atrasados, assistentes de Billy saindo, apresentadores se machucando durante apresentações e, de quebra, a tenda de seu circo pegou fogo. Então, antes de uma apresentação em uma cidade, Billy conhece uma milionária (Antoinette Lily, representada por Sonda Locke) abandonada por seu marido (John Arlington, por Geoffrey Lewis). Ela parecia ser a solução dos problemas de Billy, e como se não bastasse, além de tornar-se a sua assistente, acaba se envolvendo amorosamente com o herói de toda a história.

A película demonstra, apesar de tudo, alguns clichês, estes sendo uma mistura de filmes românticos, de comédia e de ação, porém tornando o resultado final único. Também mostra um Clint amadurecido, tanto como diretor quanto como ator, já que ele não busca ser o centro das atenções e sempre está dividindo a tela com mais pessoas, quase sempre representadas de forma cômica. Ele também não se preocupa em mostrar ao público que é o cara forte, o qual acaba com tudo e com todos apenas com seu poder de fogo: ele é um simples homem, dono de um circo e que mostra o quão forte é, com ou sem armas. Aliás, Eastwood nos proporciona um verdadeiro show com o seu circo: um show de perseverança, de coragem e de força de vontade para ir em frente, sem desistir de nada.

MINHA NOTA PARA ESTE FILME: 8,0.

ANÁLISE FEITA POR BRUNO BARRENHA.

11 de março de 2011

Download dos filmes 5

Hoowdy, forasteiros! Para alegria e felicidade da nação, hoje será postado - pela quinta vez - o download dos filmes já analisados pelo blog, a partir da 4ª parte. Só aviso que, infelizmente, algumas películas analisadas pelo comentarista Thierry não estarão disponíveis para baixar. Estas películas são: Os Indomáveis (2007), Trinity (1970) e O Álamo (2004). O último filme da lista abaixo (Bronco Billy), é o filme que será analisado por mim amanhã, ou seja, já estarei adiantando aqui. Qualquer dúvida me contate pelo e-mail bbarrenha@gmail.com. E ainda lembro que os downloads são feitos pelo programa uTorrent, caso não o tenha em seu computador, clique AQUI e baixe.
Portanto, segue abaixo a lista dos filmes que podem ser baixados e assistidos em seu computador:

7 de março de 2011

Josey Wales – O Fora da Lei


The Outlaw Josey Wales

(Josey Wales – O Fora da Lei)

Direção: Clint Eastwood

Roteiro: Philip Kaufman, Sonia Chermus

Produção: Robert Daley

Ano: 1976

Elenco: Clint Eastwood, Chefe Dan George, Sondra Locke…

Duração: 135 minutos

Em um filme dirigido e atuado por Clint Eastwood, não é preciso dizer nada.

Análise: A película, com uma ótima trilha sonora - até que foi nomeada a um Oscar – conta a envolvente história de Josey Wales (Clint Eastwood), um antigo agricultor. A história foi baseada em um romance de 1972 escrito por Forrest Carter. Há duas curiosidades: este foi o primeiro filme que Sondra Locke - interpretando Laura Lee - fez junto com Clint, que na época eram namorados; também teve atuação de um dos filhos de Clint, Kyle Eastwood, com uma pequena aparição, fazendo o papel do filho de Wales.

A história de Josey Wales acontece após o final de Guerra Civil Americana, quando ele teve sua família morta por um grupo pró-união, os pernas-vermelhas. Após isso Josey Wales aprimora suas habilidades com arma e é encontrado por um grupo pró-confederado. Querendo vingança, Wales junta ao grupo que também queriam se vingar.

Após um acontecimento, só resta Josey Wales do grupo, este que está sendo procurado e tem uma recompensa de 5.000 dólares por ele. Wales encontra um velho índio chamado Lone Watie (Dan George) e salva uma jovem índia, os quais se juntam com Wales, depois ainda se juntam há eles Laura Lee e sua avó (Paula Truemen) que foram salvas de índios comanches.

No final, os pernas-vermelhas atacam Wales que consegue, com ajuda, matar alguns e fazer outros fugirem. Wales fica ferido e sem munição, mesmo assim vai atrás do chefe dos pernas-vermelhas, Terril (Bill McKnney), que é morto com a própria espada. Após todo o ocorrido, Wales vai até um bar onde encontra Fletcher (John Vernon), um velho conhecido, com dois guardas do Texas. Fletcher e Wales acabam se perdoando.

MINHA NOTA PARA ESTE FILME: 9,0.

ANÁLISE FEITA POR THIERRY VASQUES.

5 de março de 2011

O Álamo


The Alamo

(O Álamo)

Direção: John Lee Hancock

Roteiro: Leslie Bohem, Stephen Gaghan, John Lee Hancock

Produção: Ron Howard, Mark Johnson

Ano: 2004

Elenco: Billy Bob Thornton, Jason Patric, Denis Quaid…

Duração: 137 minutos

Um dos mais mal-sucedidos filmes da história do cinema, mas isso não significa que seja tão ruim.

Análise: O filme - que é mais próxima da guerra do que do faroeste - mostra a batalha de Álamo durante a Revolução do Texas. Foi mal sucedido comercialmente, tanto que é um dos filmes que mais perdeu dinheiro na história do cinema (para ser mais exato foi o segundo). O lugar em que a película foi filmada foi muito bem escolhido, porém poderia ser mais aproveitado. Conta com uma trilha sonora razoável, que fica mais intensa nos momentos de ação.

Talvez o filme tenha sido tão mal sucedido, pois demora um pouco para se desenvolver ou porque as pessoas não gostarem do gênero, ainda mais falando de uma batalha tão antiga, entre outras coisas.

A película, que como dito anteriormente conta a batalha de Álamo, foi um ponto crucial da Revolução do Texas, que até então fazia parte do México. O filme vai mostrar os dois lados envolvidos na batalha, sendo os mexicanos liderados por Santa Anna (Emilio Echevarría), e os Republicanos do Texas liderados por William Travis (Patrick Wilson) e James Bowie (Jason Patric). É mostrado desde a preparação até o final da batalha.

O final da batalha merece um destaque, conta com vários tiros, mortes, sendo os mexicanos vencedores. Porém Santa Anna ainda quer matar os reforços que estavam sendo liderado por Sam Houston (Dennis Quaid) que faz uma manobra arriscada. Ele manda sua tropa, que estava em desvantagem, recuar para um campo. Onde eles conseguem vencer e capturar Santa Anna.

MINHA NOTA PARA ESTE FILME: 6,5.

ANÁLISE FEITA POR THIERRY VASQUES.